
Entrelacei os sentidos que me sustentam no teu abraço fugaz. E abandonei-os. Desde aí, o leme anda descontrolado e o barco à deriva, ao sabor das tempestades.
Aqui, onde as formigas recebem coroas de loureiro e as cigarras aplaudem, onde os números contam-se a si próprios e as letras fazem birra com os pontos. Aqui, onde as sementes de maracujá não dão fruto e nada faz sentido, apenas porque não existe um sentido. É aqui.
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